Por mais que no século XX as mulheres tenham conquistado outras opções além das saias para serem usadas na parte inferior do corpo, essas peças nunca perderam o lugar em seus corações. Há algo mais feminino e ecantador do que uma mulher de saia?!
Não importa o formato ou o comprimento, mas as saias sempre estarão na nossa mente ( e claro no guarda-roupas né! ). Aliás o que não falta são modelos diferentes, a cada momento é um modelo que está em evidência, e ai que a mulherada sai confundindo tudo, plissado com drapeado, drapeado com pregas e etc.
Então hoje vou fazer esse post explicando os modelos, então lá vai :
Vamos começar pela saia plissada pois ela é justamente a saia do momento. O tecido da saia plissada tem um efeito parecido com uma sanfoninha : parece que recebeu várias dobraduras, muita gente confunde o plissado com pregas mas o plissado é um efeito aplicado no próprio tecido, já as pregas são feitas na hora da costura. Por isso é recomendado comprar peças plissadas de tecido sintético, pra depois não correr o risco de perder o efeito depois da lavagem do tecido.
Saias de pregas são bem famosas e populares ( basta lembrar da saia dos "escocês", e da saia das meninas da novela Rebelde ). As pregas são criadas na hora da costura, e são reforçadas posteriormente. Outra diferença é que as saias de pregas remetem á um ar colegial, enquanto as saias plissadas trazem um ar vintage ás produções.
A saia godê está mais para uma modelagem do que para uma textura de saia. Elas não tem pregas marcadas, e são bem rodadas. São as típicas saias dos anos 50 e 60. Acho que apesar do volume, o modelo pode cair bem em quem está um pouco acima do peso, ou tem quadril largo, pois a saia é bem soltinha e demarca a região da cintura.
* Junto com as saias plissadas, de pregas e evasês, as godês são as saias em foco no momento!!
As saias drepeadas tem como efeito principal o "enrugado" do tecido, que é costurado propositalmente dessa maneira. Tal influência, vem em grande parte das vestimentas greco-romanas.
Ficam bem ajustadas ao corpo sem ficarem deselegantes. Mas quem está acima do peso tem que tomar cuidado com o volume que o drapeado adiciona automaticamente à silhueta. Por outro lado, dependendo do local em que está posicionado, o drapeado pode ajudar a disfarçar as imperfeições do corpo. Já as magrinhas, podem e devem usar e abusar dessas saias, pois nesse caso elas ficam bem justas sem evidenciar o corpo de uma maneira vulgar.
As românticas saias de babados, tem a aparência variada, dependendo da constituição do babado : regulares, irregulares, em camadas, com textura suave ou em rufos.
Como também adicionam mais volume à silhueta, pessoas com o quadril mais largo, e quem está acima do peso, devem ter muito cuidado ao usá-las. Tops mais sequinhos, caem melhor com esse tipo de saia.
Nesse tipo de saia, o tamanho da região da cintura não difere tanto do tamanho da barra, esse tipo de saia é o mais simples de todos, e por isso, é ideal para usar com tops mais volumosos e chamativos, este modelo não é muito aconselhável para quem tem o corpo mais quadrado, pois não dá devido destaque à região da cintura.
As democráticas evasês ( ou saias em A ) costumam cair muito bem em todos os tipos de corpo ( principalmente em quem tem o quadril mais largo ). Elas são mais estreitas na região da cintura e mais amplas na região inferior do corpo ( e é por isso que disfarçam e acomodam o volume do quadril ).
Saias tulipa são extremamente belas. Têm a barra mais estreita e ajustada ao corpo e o volume fica na parte superior da saia. É o modelo ideal para mulheres altas e bem magras, que querem aparentar ter medidas extras no quadril e no bumbum ( pois é justamente esta a impressão que a saia dá ). Agora, caso contrário, é melhor fugir da modelagem, que só tende a desfavorecer quem já tem o quadril e o bumbum avantajados por natureza!
Saia lápis é aquela famosa saia executiva. . . .justa ao corpo, afunila desde à cintura até as coxas e costuma cair muito bem em corpos proporcionais ( tipo ampulheta ) ou em mulheres magras. Mas se o quadril for largo demais, a saia corre risco de ficar enrrugando nesta área e subindo cada vez mais ao andar, gerando um enorme incômodo.
Nos dias atuais pra sair do clichê, a grande pedida é misturar o clássico modelo a peças mais casuais, como camisetas descontraídas, usadas com sapatilhas, e outros calçados além do scarpin.
O balonê é aquela técnica em que o tecido é costurado em camada dupla, adicionando bastante volume e estatura à peça. O balonê esteve em alta em meados de 2007, e caiu no limbo depois de ser usado á exaustão. Nunca se sabe quando ela pode voltar ( pode apostar tudo volta!! ).
Então por hoje é "só" bye-bye.










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